sábado, 4 de dezembro de 2010
quarta-feira, 24 de novembro de 2010

Você nunca vai ser o suficiente para eles
eles vão tirar ate a sua última gota de sangue.
Você vai ser sempre o zero á esquerda,a bonequinha de pano deles
vão te cuspir a face, ridicularizar você.
O melhor de você nunca vai ser suficiente pra eles
mas vc vai cair,sofrer,chorar e suas lágrimas
não passarão de um doce vinho pra eles.
se alimente da dor,sacie-se com o cálice de suas lágrimas
depois de tudo o q eles fizerem pra te derrotar
o único triunfo será o seu.
vc é especial acredite!
só vc consegue
e apesar de tudo o que eles dizem
vc nasceu para lutar
erga-se
lute
dê a cara á tapa
vc é o MELHOR!
domingo, 17 de outubro de 2010
segunda-feira, 4 de outubro de 2010
sexta-feira, 24 de setembro de 2010
Nesta tarde agonizante
me falta inspiração
para criar os meus versos
com maior dedicação.
Em sentimentos expressos
Como a falta de emoção.
Eu queria poder mostrar
algo de extrema beleza
Em um dia angustiante
alegrando este momento
com um toque de leveza
cercando este instante
com maior delicadeza
Já esta chegando a noite
e eu na busca incessante
na espera de esplendor
sábado, 4 de setembro de 2010

Clarice Lispector, nascida Haia Lispector (Chechelnyk, 10 de dezembro de 1920 — Rio de Janeiro, 9 de dezembro de 1977) foi uma escritorabrasileira, nascida na Ucrânia. Autora de linha introspectiva, buscava exprimir, através de seus textos, as agruras e antinomias do ser. Suas obrascaracterizam-se pela exacerbação do momento interior e intensa ruptura com o enredo factual, a ponto de a própria subjetividade entrar em crise.
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Quadrilha – poema de Carlos Drummond de Andrade
Poema publicado no livro Alguma Poesia de 1930:
João amava Teresa que amava Raimundo que amava Maria que amava Joaquim que amava Lili que não amava ninguém. João foi para os Estados Unidos, Teresa para o convento, Raimundo morreu de desastre, Maria ficou para tia, Joaquim suicidou-se e Lili casou com J. Pinto Fernandes que não tinha entrado na história.
O autor
Carlos Drumond de Andrade (1902-1987) foi poeta e contista do modernismo. Nasceu em Itabira e morreu no Rio de Janeiro. Como os modernistas, proclama a liberdade das palavras, uma libertação do idioma que autoriza modelação poética à margem das convenções usuais. Segue a libertação proposta por Mário de Andrade. Com a instituição do verso livre, acentua-se a libertação do ritmo, mostrando que este não depende de um metro fixo (impulso rítmico). Se dividirmos o Modernismo numa corrente mais lírica e subjetiva e outra mais objetiva e concreta, Drummond faria parte da segunda, ao lado do próprio Mário de Andrade.

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